schize
contra mim a furiosa serpente intangível que se enrosca estrangulando as malhas dos corpos pobres corpos cuja epigenética versa sobre uma obsessão acetinada – ele ele ele pulsando se arrebentando contra o esterno cento e vinte vezes por minuto a ponto de ser ouvido do outro extremo de um quarto – nada mais que faça jus ao dever de viver senão tais olhos mas a meu favor quando acata meu devir de animal rastejante e me convida a ser ainda mais terrível quando posso dizer que das coisas que prefiro é ele a maior e ainda assim não assustá-lo, quando tenho permissão para percorrer euforicamente o relevo de seu corpo visível como quem frui da suprema ebulição de uma arte clandestina contra mim, o bamboleio de quando decide que não e não e arranca a si mesmo da minha boca. quando abruptamente gira nos calcanhares em direção à saída de emergência e guilhotina o fluxo da dança justo quando aprendi a mimetizar seus movimentos. então ateio fog...