Postagens

Mostrando postagens com o rótulo paternidade

INTERRUPTA (08/2018)

e  se livrar de mim como se eu fosse um punhado dos teus piores agrupamentos celulares começo assim pra entender que desd’o jorrar, de fato, – conjunção aditiva – a relação é de um texto que continua e continua sem início correndo atrás de sua gênese de onde veio esse conectivo? não há nada aqui. pare de adivinhar os confins do corpo eu desapareci em algum lugar entre as conjecturas – e as conjunções condicionais teria você hesitado? pensou duas vezes? quer dizer, só duas vezes? não dez ou cem antes de me esfacelar pra fora de si? e longe decidir que eu não teria mesmo te deixado ir tão longe ou mesmo ido eu mesma quantos sinônimos existem para “expulsar”? eu ainda posso imaginar (e é isso que me deixa doente) você tomando o maldito chá com sua família-de-verdade decidindo que eu não cabia aí nem aos fins de semana ou nas férias (que você garante que nunca tem) eu tinha seus olhos você não tem como saber – nem eu depois de sugada até esse não-lugar híbrido de querer e crime tudo pa...