onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga
um para-sempre parcelado solilóquio polifônico de um falso regaço. não pisam as virgens nesse altar. apenas o corpo e o sangue que serão entregues por nós nada menos sacro, ou destituído de livre-arbítrio. sim. temos a inviolável liberdade para escolher — dentre a fúria ou a violência, sumo sacerdotes do sumo sacrifício um ato solo cuja via crucis reformulada consigo mesmo não acaba depois de acabado o ator (órfão de qualquer anúncio trovejado) e obrigado à ressurreição, vindo aos demais como personagem imaterial fruto nato da especulação que projeta e projeta na oralidade e escrituras proibidas no imaginário, sim, nas fantasias. e todos ouvimos falar das mães. e em como nelas se detém no mandamento de não tornar a própria dor uma outra rebentos e arrebentados ao ninar das lâminas de supermercado aos venenos prontos para ratos às drogas prescritas convertidas em armas químicas ...